Baixa / Chiado: o único endereço de Lisboa que não precisa de apresentação
A Baixa Pombalina foi reconstruída após o terramoto de 1755 segundo um plano do Marquês de Pombal com inovações notáveis para a época: ruas paralelas e perpendiculares, saneamento integrado, standardização de fachadas e até ensaios antisísmicos com o solo (as "gaiolas pombalinas"). Foi um dos primeiros exemplos de reconstrução urbana planeada da Europa moderna.
Há lugares que dispensam argumentos. O Chiado é um deles. Mas isso não significa que qualquer decisão de compra aqui seja simples.
Depois do terramoto de 1755, o Marquês de Pombal reconstruiu a Baixa de Lisboa segundo um plano que era, para a época, revolucionário: ruas em grelha ortogonal, saneamento integrado nas fundações, fachadas uniformes, e uma solução estrutural antisísmica - as chamadas "gaiolas pombalinas" — que só foi descoberta pelos engenheiros modernos quando estudaram os edifícios mais de dois séculos depois. A Baixa Pombalina é hoje Património Nacional.
Os preços reflectem essa posição: 7.000 a 14.000 €/m² com arrendamento de 22-35 €/m²/mês. São os valores mais altos de Lisboa para uso residencial, sustentados por uma procura internacional estrutural de compradores com alto poder de compra - UHNWI do Médio Oriente, Norte da Europa e Brasil.
O asset mais valorizado são os andares superiores com terraço e vista sobre o Tejo. A diferença de valor entre um apartamento com e sem vista pode ser de 30 a 50%. Para perceber bem o que está a comprar, a orientação solar e o piso são tão importantes como os metros quadrados.
Um dado que qualquer comprador actual deve incorporar: o mercado de Alojamento Local está praticamente bloqueado para novos registos em Santa Maria Maior. O foco desta zona está no residencial de longa duração e na venda directa a compradores de uso próprio ou de investimento patrimonial.
A acessibilidade é excepcionalmente boa: metro Baixa-Chiado (Linhas Azul e Verde), autocarros, e ferry em Cais do Sodré a poucos minutos a pé. O Chiado é atravessável a pé e tem o comércio, a restauração e a cultura que nenhuma outra zona de Lisboa consegue concentrar da mesma forma.
O Chiado tem pouca oferta e quando aparece algo de qualidade, vende rápido e a preço firme. Se é aqui que quer comprar, a preparação antecipada faz toda a diferença.